13/07/2018

ITAL coordena Plenária de Abertura do Fórum Fispal Tecnologia 2018

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) foi o responsável pela Plenária de Abertura do Fórum Fispal Tecnologia 2018. Durante a abertura do evento, o diretor geral do ITAL, Luis Madi, abordou o histórico de parceria entre o Instituto e a Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e Bebidas desde 1984, quando foi realizada a primeira edição do evento. Além disso, Madi contou sobre a criação do Fórum Fispal, que começou com o atual modelo em 2017 com o objetivo de discutir as estratégias de inovações e os desafios enfrentados na indústria de alimentos, bebidas e ingredientes.

Raul Amaral, pesquisador do ITAL, ministrou palestra sobre as estratégias de inovação e políticas públicas, em que foram exibidos os desafios para a criação e reformulação dos produtos alimentícios. A apresentação de Amaral foi o começo para as discussões entre os profissionais da área de alimentos, bebidas e ingredientes de empresas privadas e entidades setoriais. Luis Madi coordenou o debate que reuniu aproximadamente 250 pessoas. 

Dentre os representantes do setor estavam presentes Andréa Mota, diretora de Categorias da Coca-Cola Brasil; Claudio Zanão, presidente da ABIMAPI; João Dornellas, presidente executivo da ABIA; Leonardo Zipf, presidente da Duas Rodas; Mariana Lucena, diretora de assuntos corporativos da Mars; Marina Fernie, vice-presidente de Marketing de Alimentos da Unilever Brasil; Rubens Barbosa, Presidente da ABITRIGO; Tatiana Pires, presidente da ABIAD e Vivian Leite, diretora de Marketing da Tetra Pak. Os profissionais, da área de alimentos e bebidas, debateram sobre a segurança dos alimentos, mitos que devem ser revistos pela sociedade, tendências e custos de produção.  

No final das discussões, os convidados da plenária estabeleceram tópicos para uma agenda preliminar do Setor de Alimentos e Bebidas: pesquisa, desenvolvimento e inovação; assuntos regulatórios; assuntos tributários; rotulagem nutricional; importância estratégica para o país; estabelecimento de um plano nacional para a indústria de alimentos e bebidas; estabelecimento de uma rede nacional e internacional de entidades; associativismo; apoio aos projetos institucionais, e foco no consumidor.